Frase do dia, da semana...

Tanto para o menor como para o maior, há alguma coisa que só se pode realizar uma vez; e nesse feito o coração repousará (Fëanor, no Circulo de Julgamento, O Silmarillion)

terça-feira, 4 de maio de 2010

Terry Pratchett falando de Neil Gaiman

O prefácio do livro "Prince of Stories" de Neil Gaiman traz as palavras de ninguém nada menos que Terry Pratechett.

Nossa amiga, Fimbrethil, fez a gentileza de traduzir.

Ficou curioso? Então vá ao blog da Fimbrethil e leia a tradução completa:

---- http://fimbrethil-lendoeaprendendo.blogspot.com/

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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Entrevistando ROSANA RIOS


Dando início a uma série de entrevistas com queridos nerds conhecidos na área, o Quadrante Gama apresenta as palavras de Rosana Rios, também conhecida como Shelob.
[uau! Nem eu conhecia esse currículo!!!]

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Entrevistando Rosana Rios


QG: Como toda entrevista séria que se preze, vamos começar falando de você. Quem é a *Rosana Rios*?

RR: Rosana Rios é meu nome literário, que por acaso também é meu nome verdadeiro... Mas tem muita gente que me conhece como Shelob, Laracna, Tenente Ro e outros nicks. Sou escritora, roteirista e dramaturga. Sou também ilustradora, minha formação é de Artes, mas dedico-me mais à escrita que ao desenho ultimamente. Fora isso... sou uma colecionadora de dragões.

QG: Quando e como você descobriu seu talento de nos contar histórias tão cativantes?

RR: Contando histórias para filhos e sobrinhos. Comecei a escrever histórias infantis e em 1986 fui contratada para trabalhar como roteirista no programa “Bambalalão”, da TV Cultura de SP. A partir de 1988 passei a publicar livros para crianças e jovens, e não parei mais de trabalhar com a LIJ, porém nos últimos anos estou me dedicando bastante à Literatura Fantástica.

QG: Imagine que numa outra dimensão você não é uma escritora. O que você é? (Observe que não usei “seria”)

RR: Provavelmente uma oficial klingon numa nave classe Vor’cha, planejando matar o capitão para assumir o posto dele. Ou uma sacerdotisa celta tentando sobreviver numa terra ocupada por coortes romanas. Ou uma Fúria Negra numa matilha de lobisomens querendo se vingar de um Cria de Fenris traiçoeiro. Ou uma jovem inglesa numa propriedade rural tocando piano e olhando com melancolia para o gramado que se estende além do salão da propriedade... ou uma matriarca num feudo em algum lugar na Alemanha medieval esperando os descendentes voltarem da batalha... É isso que dá jogar RPG, a gente se acostuma a outras dimensões. Mais do que deveria, eu acho.

QG: Como as ninfas da inspiração despertam você?

RR: Hum, inspiração é uma coisa que não sei ao certo se existe. Para escrever, eu leio, vejo filmes, ando, viajo, e faço anotações das idéias que despertam. Então começo a trabalhar nessas idéias até elas darem frutos. Junto material sobre cada idéia. Quando cada uma amadurece, na maioria das vezes invento personagens e situações, pesquiso tudo sobre o universo que pode cercá-las, e só depois de estruturar cada história é que começo a escrever. Em vez de inspiração, transpiração pura, muito trabalho. Mas às vezes acontecem coisas estranhas, como ter um sonho ou uma visão de uma cena, e aí escrevo a história a partir do que apareceu. Vai ver que, nessas vezes, foi a ação das ninfas...

QG: Você tem alguma banda ou música que a ajudam na hora de se inspirar? Qual?

RR: Eu ouço muito rock clássico, anos 1960-1970. E música clássica, ópera. E Bossa Nova. Mas não na hora de escrever. Não consigo escrever com música. Ou melhor, quando escrevo pode tocar o que for que eu não ouço, pois estou dentro do universo “ficcional” e o “mundo real” quase deixa de existir para mim.

QG: E seriados de TV?

RR: Ah, sou viciada, tornei-me seriadomaníaca na década de 1960. Naquela época a nerdice não existia e todo mundo me olhava esquisito, pois eu fazia até listas de episódios, coisa de gente doida. Gostava muito, na época, de “O Túnel do Tempo”, “A Feiticeira”, “Missão Impossível” etc... Vi tudo de “Star Trek”, depois acompanhei as temporadas completas de “Babylon 5” e “Stargate SG1”... Hoje vejo “Heroes”, “Desperate Housewives”, “House”, “Monk”. Mas o que eu não perco de jeito nenhum é “The Big Bang Theory”.

QG: Qual (ou quais) seu autor favorito?

RR: Brasileiros, Monteiro Lobato e Machado de Assis; contemporâneos, Milton Hatoum e Moacyr Scliar. Estrangeiros, J. R. R. Tolkien, Alexandre Dumas; contemporâneos, Neil Gaiman, Terry Pratchett, José Saramago.

QG: Na sua opinião, o que falta para que o brasileiro aprecie melhor as obras de sci-fi em geral?

RR: Mais divulgação, ter espaço na mídia, estantes melhor organizadas nas livrarias, bibliotecas mais bem equipadas, editores menos preconceituosos e uma crítica literária mais voltada a analisar bons enredos e estimular o prazer da leitura do que ao academicismo.

QG: Para encerrar a parte “formal” da entrevista, você consegue dizer qual o livro, de sua autoria, que é seu favorito?

RR: Hum, difícil. Livro é feito filho. A gente ama de paixão cada um. Mas se eu tiver de citar um que me deixou muuuuito satisfeita com o resultado, seria o “HQs: quando a ficção invade a realidade”.

QG: Todos nós sabemos que você é uma nerd assumida. Então, vamos começar com as perguntas nerds. Diga-nos que tipo de nerd você é?

RR: Alucinada. Curto literatura, cinema, seriados de tevê, quadrinhos, rock, RPG, ópera, dragões, mitologia, psicologia, ciência, história antiga, museus, jogos. Tudo misturado e de preferência fazendo crossovers. Falo sozinha quando assisto tevê e discuto com meu computador e com o Mutley que fica ao lado dele. Mas custei a descobrir que isso tudo era coisa de nerd, pois décadas atrás essa palavra nem existia.

QG: Seu humor pela manhã é estilo Darth Vader, Capitão Kirk ou Luna Lovegood?

RR: Ah, definitivamente Luna. Com um toque aracnídeo.

QG: Conte-nos um segredo: você é da Sonserina, Grifinória, Cornival ou Lufa-Lufa?

RR: Slytheryn, sempre.

QG: HQ´s fazem parte das posses de uma nerd. Quais suas preferidas e por quê?

RR: Coleciono Asterix desde a década de 1970. Mas amo de paixão Wolverine, sou a fã número um da Graúna do Henfil, tenho fissura por Sandman e não deixo de lado uma boa aventura de Donald e Peninha. Fui roteirista da Disney, contratada especialmente para escrever histórias de Maga Patalógica e Madame Min.

QG: A frase: “há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante..." lhe desperta quais sentimentos?

RR: Ímpetos de usar a Força e trazer à mão meu sabre de luz.

QG: Se você pudesse comprar uma nave estelar, qual seria?

RR: Minha preferida sempre foi a Enterprise D.

QG: Dano crítico: qual o maior problema que você enfrentou numa aventura de RPG?

RR: Chi, tantos... Talvez a pior tenha sido montar uma personagem que era uma sacerdotisa bretã superlegal e, na primeira sessão, ser informada pelo mestre que ela acabava de ser capturada como escrava por um decurião romano. Sofri muito naquela aventura. Maldito Império Romano!

QG: Uma vez que teremos a Copa do Mundo de Futebol e as Olímpiadas do Rio, vamos falar de esportes. Você já teve calo nos dedos por jogar videogame demais?

RR: Hum, não jogo videogame. Só joguinhos bobos de computador, tipo Scrabble, Butterfly, Solitaire ou Spider. Quanto a Copa do Mundo e Olimpíadas, nunca vi. O que é isso?

QG: Jogo rápido: Kirk ou Picard? Darth Vader ou Voldemort? Spock ou Data? Batman ou Homem-Aranha? Bazinga ou Resistir é Inútil? Atreides ou Harkonnen? Live ou tabuleiro? Saphira ou Nazgûl? Pizza ou Big Mac?

RR: Picard. Darth Vader. Spock. Nem B, nem H-A, Wolverine. Resistance is Futile. Atreides, claro! Tabuleiro, sempre. Nazgûl. Hum... pode trocar por esfiha do Habbibs?

QG: Duas perguntas importantes: a) qual seu protetor de tela? B) que você tem debaixo da cama?

RR: Meu protetor de tela é uma tela negra com letras brancas andantes que dizem: Almarë... Namárie... Sob a cama tenho um par de chinelos e minha cachorra, que só sai de lá quando é expulsa do quarto.

QG: Agora, falando sério. Qual conselho você dá para quem quer ser um escritor de literatura fantástica?

RR: Ler muito, ler de tudo. E, quando escrever um texto, revisar, revisar, revisar. Aceitar a opinião dos editores: um texto nunca sai “pronto” da mão do autor. Para resultar num bom livro, precisa das dicas de um profissional do ramo e da ajuda de revisores que conheçam bem a língua portuguesa.

QG: Finalizando, deixe algumas palavras para nossos leitores. Ah! Aqui não é o twitter, então, pode ultrapassar 140 toques.

RR: Nossa, quanta generosidade. Bem, vejamos... acho que ser escritor é uma forma de deixar algo de divertido como herança neste mundo. Por mais que uma história seja fundamental, bem escrita, profunda, humana, se ela for chata de ler, danou-se: ficará esquecida numa prateleira. Ou, pior, sustentando um pé de móvel. Meu objetivo profissional é escrever livros que as pessoas leiam com prazer, que as emocionem, façam pensar, mas façam rir. E sobreviver, é claro; o que me tornou uma ferrenha defesa dos Direitos de Autor. Escrever é profissão, não é diletantismo. De resto, defendo que a nerdice é o estado natural para o qual caminha o ser humano, portanto que quem quer sobreviver nas próximas décadas tem de se assumir como nerd. E aos leitores... Que vivam longa e prosperamente.

Tradução: A Primeira Diretriz


Tradução: A Primeira Diretriz

Autor do texto: Dave Marinaccio
Tradução: Shirley “Edhelcalen” Santos


Centro de tudo em Star Trek é a diretriz de não-interferência, a Primeira Diretriz, como é chamada. Provavelmente, é a idéia mais importante no seriado. A maneira como a diretriz é aplicada ou não é tão interessante quanto seu próprio conceito.

A Primeira Diretriz proíbe o capitão e a tripulação da Enterprise de interferirem nas questões internas de qualquer planeta que visitem.

Digamos que a Enterprise apareça num planeta onde um sacrifício humano esteja para acontecer. Eles são proibidos de impedir o sacrifício.
Atrás da Primeira Diretriz está um dos mais belos e perfeitos raciocínios. Os povos têm o direito de construir suas sociedades da maneira que desejarem. Razões válidas podem existir que justifiquem o sacrifício que acontecerá, razões que a tribulação da Enterprise pode não compreender totalmente. Preconceitos culturais podem influenciar a maneira que a tripulação interpreta o que vêem. Portanto, é melhor não interferir em algo que você não tenha completo entendimento.
Essa regra não apenas protege o povo do planeta, ela protege a tripulação. A não-interferência resguarda a tripulação de estar no meio de uma luta particular. Uma vez que ela não esteja envolvida, não terá que tomar partido.

Agora um cenário diferente. A Enterprise descobre um mundo que está devastado por uma praga. Antibióticos da nave poderiam salvar o mundo. De acordo com a Primeira Diretriz, a Enterprise não pode interferir. Embora eles possam salvar os habitantes do planeta, eles podem, também, estar na posição de decidir quem vive e quem morre. Ou, durante a inoculação, tecnologias avançadas podem cair em mãos erradas. Potencialmente, essa tecnologia avançada poderia regredir o mundo e produzir resultados ainda piores que a praga. Novamente, a sabedoria da Primeira Diretriz protege tanto a Enterprise quanto as formas de vida encontradas.
Se você compreender o precedente, pode também compreender isso.
A Primeira Diretriz é tratada com tanto respeito quanto um hidrante num show canino. Episódio após episódio após episódio, Kirk ignora a Primeira Diretriz e faz com que acreditemos que isso seja correto.
Nunca duvide que o capitão desceria de seu pedestal e impediria o sacrifício humano. Se a pessoa a ser sacrificada for uma jovem e atraente mulher, nunca duvide que o capitão se apaixonaria. Em seguida, ele transferiria os antibióticos e acabaria com a praga. Kirk cumpre a diretriz quando ela se ajusta a seus propósitos. Raramente ao contrário.
De certo modo, a Primeira Diretriz desempenha sua principal missão: criar conflitos dramáticos.

Qual, então, é a lição aqui? Uma bem importante. Pessoas são mais importantes que regras. Força o espírito da lei sobre a letra da lei. A Primeira Diretriz foi instituída para proteger as pessoas. Quando a diretriz toma um caminho diferente daquele de proteger as pessoas, ignore-a.
Uma pessoa que entende uma regra sabe quando quebrá-la. Uma pessoa que entende uma regra entende sua intenção. A Primeira Diretriz não foi pretendida para fechar os olhos para sacrifícios humanos. Kirk faz a coisa certa quando ele interpreta a regra para se ajustar à situação.
Não seria maravilhoso se nosso sistema judicial pudesse fazer essa diferenciação? Nós odiamos advogados porque eles usam a letra da lei para seus próprios propósitos. Eles pervertem o espírito da lei. Eles tornam o certo errado, e o errado certo. Advogados deixariam o sacrifício humano acontecer e então abririam um processo em favor dos parentes.


Assista praticamente qualquer episódio de Star Trek e a Primeira Diretriz desempenhará uma parte. Mas o Capitão James T. Kirk desempenhará a parte mais importante. Julgamentos acontecerão. E as pessoas serão mais importantes que regras.

'Batman 3' deve chegar aos cinemas dia 20 de julho de 2012



Nem vou colocar fonte. Tá dando em tudo que é site: o terceiro filme "Batman" deve estrear em 20 de julho de 2012.


Aquele chato do Christian Bale continua no papel principal.


De todos os Batman´s Christian Bale é o que menos gosto.


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Dominic Monaghan quebrou o pé. Tadinho!


Lembram-se do que se contava sobre Orlando Bloom na época das filmagens de O Senhor dos Anéis? Pois é. Parece que Dominic Monaghan resolveu copiar o estilo radical de Orlando.


Nosso querido Merry (personagem que Dominic interpretou na trilogia), apareceu com o pé engessado. Quebrou o pé surfando no Hawai.


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Ok, ok... esse blog não se transformará em blog de fofocas de celebridades, mas não resisti. Pronto. Parei.

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O Império Contra-Ataca é eleita a melhor sequência do cinema pelos britânicos


Segundo pesquisa realizada pelo Lovefilm (site de locação de DVDs), Star Wars: Episódio V - O Império Contra-Ataca, de George Lucas, foi eleita a melhor sequência de todos os tempos do cinema pelos britânicos. Como se é sabido, os fãs de Star Wars há muito tempo já elegeram o filme como o melhor da saga. "Foi como o Big Bang dos efeitos especiais modernos", afirmou Dave Golder, editor da SFX magazine.

A editora do Lovefilm, Helen Cowley, disse à BBC que o filme é imbatível. "Não há como vencer Star Wars e os fãs participaram muito de nossa pesquisa para deixá-lo em primeiro lugar, como a melhor sequência de todos os tempos."

Com 19% dos votos, o longa superou O Exterminador do Futuro 2 , dirigido por James Cameron e protagonizado por Arnold Schwarzenegger. Em terceiro lugar, ficou O Poderoso Chefão II, de Francis Ford Coppola.

Batman - O Cavaleiro das Trevas, último filme completo de Heath Ledger, morto em 2008, surgiu na quarta posição da pesquisa, seguido por Aliens, O Resgate, também de James Cameron.


Fonte: http://cinema.cineclick.uol.com.br/noticia/carregar/titulo/o-imperio-contra-ataca-e-eleita-a-melhor-sequencia-do-cinema-pelos-britanicos/id/26177
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Thor - o filme


Divulgada a primeira imagem de Chris Hemsworth como Thor
Filme chega aos cinemas em maio de 2011.


Pouco tempo depois da divulgação da foto do vilão Destruidor, sai a primeira imagem do ator Chris Hemsworth (“Star Trek”) como o herói “Thor”. Já deu para ver que o a armadura segue á risca o visual do personagem na HQ. Em uma entrevista a MTV, o ator conta que teve que tingir os cabelos e a barba além de ter que usar sobrancelhas postiças.

Na trama, Thor (Hemsworth) é um habilidoso, porém arrogante guerreiro cujas ações impulsivas reiniciam uma guerra milenar. Como castigo, seu pai, Odin (“Anthony Hopkins, de “O Lobisomem“) o força a viver entre os humanos. Na Terra, o herói nórdico aprende o que é necessário para ser um verdadeiro herói quando o mais perigoso vilão de seu mundo envia as forças do mal de Asgard para invadir o planeta.


O elenco também conta com Tom Hiddleston (”Conspiração“) como Loki, Natalie Portman (”Closer: Perto Demais“) como Jane Foster, Rene Russo (“Tudo Por Dinheiro”) como Frigga, Jaimie Alexander (“Anjos da Morte”) como Sif, Josh Dallas (“Abismo do Medo”) como o galante Fandral, o astro japonês Tadanobu Asano (“Ondas Invisíveis”) como o severo Hogun, Ray Stevenson (“Rei Artur”) como o volumoso Volstagg e Idris Elba (“Gângster Americano”) como Heimdall.


O ator Kenneth Branagh (“Muito Barulho Por Nada”) assume a direção e o roteiro é de Mark Protosevich (“Eu Sou a Lenda”), Don Payne (“Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado”), Ashley Miller e Zack Stentz (roteiristas de “O Agente Teen”). A estreia da adaptação está marcada para 6 de maio de 2011.
Fonte: Cinema com Rapadura
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