Como milhares de pessoas, eu também faço Resoluções de Ano Novo.
Desta vez, decidi fazer por partes, pacotes de áreas por assim dizer.
Um dos itens é: "Os Livros que Juro que Vou Ler em 2011".
Abaixo, segue minha "listinha" básica.
O Vampiro da Mata Atlântica – Martha Argel
O Ladrão de raios – Rick Riordan
O Mar de Monstros – Rick Riordan
A Maldição do Titã – Rick Riordan
A Batalha do Labirinto – Rick Riordan
O Último Olimpiano – Rick Riordan
Os Arquivos do Semideus – Rick Riordan
Semideuses e Mosntros – Rick Riordan
O Guia Supremo – Rick Riordan
A Princesa Leal – Philippa Gregory
A Irmã de Ana Bolena – Philippa Gregory
O Bobo da Rainha – Philippa Gregory
O Amante da Virgem – Philippa Gregory
A Herança de Ana Bolena – Philippa Gregory
A Outra Rainha – Philippa Gregory
Anjo Perverso – Philippa Gregory
A Rainha Branca – Philippa Gregory
Wideacre – Philippa Gregory
The Favored Child – Philippa Gregory
Meridon – Philippa Gregory
Terra Virgem – Philippa Gregory
Sangue de Lobo – Rosana Rios e Helena Gomes
Vampiros na Cultura Pop - Maurício Muniz e Manoel de Souza,
A Bússola de ouro – Philip Pullman
A Faca sutil – Philip Pullman
A Luneta Âmbar – Philip Pullman
Sangue de Tinta - Cornélia Funke
Morte de Tinta – Cornelia Funke
O Mundo de Sofia - Jostein Gaarder (*terminar)
Caçadores de Bruxas, da trilogia Dragões de Eter.
Padrões de Contato - Jorge Luiz Calife
Horizonte de Eventos – Jorge Luiz Calife
Linha Terminal – Jorge Luiz Calife
Como Treinar o seu Dragão – Cressida Cowell
Selva Brasil – Roberto de Souza Causo
Contos Imediatos – Roberto de Souza Causo – org.
A Lenda de sigurd e Gudrun – J.R.R.Tolkien
O Guia do Mochileiro das Galáxias – Douglas Adams (*releitura)
O Restaurante no Fim do Universo – Douglas Adams
A Vida, o Universo e Tudo Mais – Douglas Adams
Até logo, e Obrigado pelos Peixes – Douglas Adams
O Menino do Pijama Listrado – John Boyne
As Religiões que o Mundo Esqueceu - Pedro Paulo Funari
Cristianismo e Paganismo – 350-750 – a Conversão da Europa Ocidental – J. N. Hillgarth
Ritos de Iniciação e Sociedades Secretas – Mircea Eliade
Tratado de História das Religiões – Mircea Eliade
Mito do Eterno Retorno – Mircea Eliade
Os contos de Beedle, o Bardo - J.K. Rowling
Introdução à História da Filosofia – Marilena Chauí
Dublinenses – James Joyce
O Crepúsculo do Mundo – Allan Messie
A Sacerdotisa do Mar – Dion Fortune
A Sacerdotisa da Lua – Dion Fortune
A Morte de Ivan Ilitch – Lev Tolstoi
O Jardim Selvagem – Ligya Fagundes Telles
Ficção científica, Fantasia e Horror no Brasil: 1875-1950 – Roberto Causo
The Ultimate Encyclopedia of Fantasy – Terry Pratchett
The Encyclopedia of Fantasy – John Clute & John Grant
Frase do dia, da semana...
“Tanto para o menor como para o maior, há alguma coisa que só se pode realizar uma vez; e nesse feito o coração repousará” (Fëanor, no Circulo de Julgamento, O Silmarillion)
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
“As Aventuras de Mark Twain” – nova edição censurada

Dentro em breve, a editora americana NewSouth publicará a nova versão do livro “As Aventuras de Tom Sawyer”, de Mark Twain.
A obra do século IXX, um clássico da literatura, terá sua revisão devido a protestos recebidos quanto a termos utilizados em sua narrativa, especialmente a palavra “Nigger”, considerada extremamente ofensiva, depreciativa e racista.
A nova edição, que foi revisada pelo estudioso de Twain, Dr. Alan Gribben, substitui todas as ocorrências das palavras “nigger” e “injun” por “escravos”.
Devido aos constantes protestos, a obra deixou de ser lida nas escolas. Segundo Gribben, a saída foi trocar os termos problemáticos, pois, ainda conforme ele, é melhor ter uma obra parcialmente censurada do que não ter nada.
Do outro lado estão os puristas, como Wortham Thomas, que embora afirme entender as razões para as mudanças, acredita que a versão censurada não criará situações para que alunos e professores questionem sobre a obra e tampouco irá encorajar o livre-pensamento.
Outra crítica de Thomas é que, devido ao mundo querer se tornar políticamente correto, mudar peças clássicas para adequar aos novos padrões morais é absurdo.
O que se tem discutido é se o uso excessivo de termos depreciativos e racistas tornam “As Aventuras de Tom Sawyer” uma leitura emocionamente difícil, ressaltando que ele não foi escrito para leitores de hoje.
Vale lembrar que o personagem Huck vai mudando de opinião – antes extremamente racista – sobre os negros, conforme seu relacionamento com o escravo Jim vai se aprofundando.
É interessante que os americanos tendem a evitar a palavra “nigger”, até mesmo em textos sem qualquer cunho racista, preferindo usar a expressão “palavra com N” ou “palavra-N”.
Talvez no Brasil nós não tenhamos a dimensão do problema e, por isso, nos é difícil entender a amplitude da questão.
É uma polêmica, pois isso abre brechas para que outras obras também passem a ser revisadas futuramente.
A matéria foi publicada originalmente pela Publishers Weekly.
Se você tem alguma opinião a respeito, sinta-se livre para postar aqui, desde que se abstenha de qualquer manifestação depreciativa e/ou racista, por favor.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Dicas para escrever FANTASIA HISTÓRICA
O texto abaixo está sendo postado com a devida autorização da autora, Ana Cristina Rodrigues.
Aproveito para convidá-los a visitar o blog dela e conhecer seus trabalhos: http://talkativeboo kworm.wordpress. com/2010/ 06/26/fantasia- historica- modo-de-usar/
---------
Escrevi um texto pro meu blog sobre como eu escrevo Fantasia Histórica e reproduzo abaixo as dicas:
1- Escolha bem o seu plot para evitar anacronismos. É muito comum, por exemplo, ao querer trabalhar com bruxaria escolher falar da Inquisição na Idade Média. A Inquisição Medieval é muito mais preocupada com a caça aos hereges como os albigenses do que com bruxas e feiticeiras.
2- Após definir o periodo e o local em que sua história vai se passar,é hora de aprofundar a pesquisa. Você pode pensar que jogar no google e ler a wikipedia por alto pode ser suficiente, porém o diabo mora nos detalhes e em ficção histórica os detalhes são os que dão a atmosfera.Caça às bruxas, por exemplo, é muito mais forte nos países protestantes do que nos católicos.
3- Essa questão dos detalhes é importantíssima ao se escrever ficção histórica, sendo fantasia ou não. Mais do que veracidade, o ponto é averossimilhança – o seu leitor tem que identificar o período histórico sendo retratado.
4- Equilibre as informações que você está compartilhando, sabe como éc hato ler ‘Senhor dos Aneis’ quando o Tolkien começa a despejar nomes de reis, batalhas e etc.? Não é por serem reis, batalhas e etc. reais que fica legal. Se duvidar é até mais chato, fica com cara de livro paradidático oficial.
5- Linguagem é tudo. Seu camponês do século XVII não pode falar igual a um caminhoneiro do XXI. Nessas horas, a pesquisa é fundamental e mais complicada. Leia livros escritos na época em que se passa a sua história e preste atenção aos regionalismos. Se sua história se passa em um país em que se fale outra língua e não o português, tente inserir expressões de época na língua local. Mas sem fazer como italianos de novela da Globo. Seu leitor precisa entender o que está sendo discutido.
6- Cuidado com o pedantismo. Não é por estar escrevendo sobre o séculoXVI que você tem que escrever como se estivesse no século XVI – isso torna a leitura cansativa, dá um tom fake que desagrada ao leitor e fica chato pra caramba. Tente equilibrar a narração usando um português mais correto e sem contrações e gírias.
7- Não tenha medo de criar em cima da História. Toda a História, mesmo a que vem nos livros de escola, é um discurso, produzido em determinado contexto. O ponto é que você está assumindo a sua criação como obra ficcional – os historiadores nunca fazem isso.
8- Particularmente, eu gosto de personagens mais escondidos. São menos batidos e geralmente tem histórias fascinantes.
Quem quiser conferir um trecho de 'Maria e a fada', conto selecionado para a coleção Imaginários, e ver a capa do volume 3 é só dar uma passadinha no meu blog:
http://talkativeboo kworm.wordpress. com/2010/ 06/26/fantasia- historica- modo-de-usar/
Aproveito para convidá-los a visitar o blog dela e conhecer seus trabalhos: http://talkativeboo kworm.wordpress. com/2010/ 06/26/fantasia- historica- modo-de-usar/
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Escrevi um texto pro meu blog sobre como eu escrevo Fantasia Histórica e reproduzo abaixo as dicas:
1- Escolha bem o seu plot para evitar anacronismos. É muito comum, por exemplo, ao querer trabalhar com bruxaria escolher falar da Inquisição na Idade Média. A Inquisição Medieval é muito mais preocupada com a caça aos hereges como os albigenses do que com bruxas e feiticeiras.
2- Após definir o periodo e o local em que sua história vai se passar,é hora de aprofundar a pesquisa. Você pode pensar que jogar no google e ler a wikipedia por alto pode ser suficiente, porém o diabo mora nos detalhes e em ficção histórica os detalhes são os que dão a atmosfera.Caça às bruxas, por exemplo, é muito mais forte nos países protestantes do que nos católicos.
3- Essa questão dos detalhes é importantíssima ao se escrever ficção histórica, sendo fantasia ou não. Mais do que veracidade, o ponto é averossimilhança – o seu leitor tem que identificar o período histórico sendo retratado.
4- Equilibre as informações que você está compartilhando, sabe como éc hato ler ‘Senhor dos Aneis’ quando o Tolkien começa a despejar nomes de reis, batalhas e etc.? Não é por serem reis, batalhas e etc. reais que fica legal. Se duvidar é até mais chato, fica com cara de livro paradidático oficial.
5- Linguagem é tudo. Seu camponês do século XVII não pode falar igual a um caminhoneiro do XXI. Nessas horas, a pesquisa é fundamental e mais complicada. Leia livros escritos na época em que se passa a sua história e preste atenção aos regionalismos. Se sua história se passa em um país em que se fale outra língua e não o português, tente inserir expressões de época na língua local. Mas sem fazer como italianos de novela da Globo. Seu leitor precisa entender o que está sendo discutido.
6- Cuidado com o pedantismo. Não é por estar escrevendo sobre o séculoXVI que você tem que escrever como se estivesse no século XVI – isso torna a leitura cansativa, dá um tom fake que desagrada ao leitor e fica chato pra caramba. Tente equilibrar a narração usando um português mais correto e sem contrações e gírias.
7- Não tenha medo de criar em cima da História. Toda a História, mesmo a que vem nos livros de escola, é um discurso, produzido em determinado contexto. O ponto é que você está assumindo a sua criação como obra ficcional – os historiadores nunca fazem isso.
8- Particularmente, eu gosto de personagens mais escondidos. São menos batidos e geralmente tem histórias fascinantes.
Quem quiser conferir um trecho de 'Maria e a fada', conto selecionado para a coleção Imaginários, e ver a capa do volume 3 é só dar uma passadinha no meu blog:
http://talkativeboo kworm.wordpress. com/2010/ 06/26/fantasia- historica- modo-de-usar/
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Vampirismo na Bienal do Livro - SP
Saiu matéria sobre a 21ª Bienal do Livro - SP na UOL.
Vou colocar um trechinho, apenas como curiosidade:
"O primeiro dia do evento, 12 de agosto, será dedicado à visitação de profissionais. Apesar disso, eles poderão comparecer à feira editorial em qualquer um dos demais dez dias de atividades. Já a programação destinada ao público em geral começa na chamada “Sexta-feira 13 na Bienal do Livro”, baseada em atividades especiais para destacar a efeméride, como os debates sobre o tema vampirismo. Neste mesmo dia, os visitantes que comparecerem fantasiados como seus personagens favoritos entrarão de graça na feira e concorrerão a prêmios."
A matéria completa está em: http://entretenimen to.uol.com. br/ultnot/ 2010/07/06/ 21-bienal- de-sao-paulo- tera-entrada- a-r-10-e- debates-sobre- vampirismo. jhtm
Vou colocar um trechinho, apenas como curiosidade:
"O primeiro dia do evento, 12 de agosto, será dedicado à visitação de profissionais. Apesar disso, eles poderão comparecer à feira editorial em qualquer um dos demais dez dias de atividades. Já a programação destinada ao público em geral começa na chamada “Sexta-feira 13 na Bienal do Livro”, baseada em atividades especiais para destacar a efeméride, como os debates sobre o tema vampirismo. Neste mesmo dia, os visitantes que comparecerem fantasiados como seus personagens favoritos entrarão de graça na feira e concorrerão a prêmios."
A matéria completa está em: http://entretenimen to.uol.com. br/ultnot/ 2010/07/06/ 21-bienal- de-sao-paulo- tera-entrada- a-r-10-e- debates-sobre- vampirismo. jhtm
terça-feira, 29 de junho de 2010
Novo livro de Stephen Hawking

O cientista britânico Stephen Hawking publica seu novo livro, intitulado "The Grand Design", sobre sua teoria para descrever a natureza, no próximo dia 7 de setembro, disse a editora Bantam Dell.
Trata-se da primeira grande obra do físico e cosmólogo britânico em vários anos. O livro será publicado junto ao também cientista Leonard Mlodinow, que já foi coautor de outras publicações como "Brevíssima História do Tempo".
A editora disse que "The Grand Design" será publicado no começo de setembro. Nele Hawking e Mlodinow examinam uma teoria para "descrever e explicar as forças da natureza".
Trata-se da primeira grande obra do físico e cosmólogo britânico em vários anos. O livro será publicado junto ao também cientista Leonard Mlodinow, que já foi coautor de outras publicações como "Brevíssima História do Tempo".
A editora disse que "The Grand Design" será publicado no começo de setembro. Nele Hawking e Mlodinow examinam uma teoria para "descrever e explicar as forças da natureza".
[fonte: UOL]
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